Empresas têm adotado modelos ágeis com a esperança de serem a bala de prata para seus problemas em relação a projetos. Consultores renomados (e xiitas) atestam que esses frameworks ágeis são: A SOLUÇÃO.

Do outro lado, profissionais que já possuem vasta bagagem em modelos tradicionais defendem o seu território atestando que nada melhor do que um belo plano de projeto com linhas de base de escopo, tempo e custo bem definidas e gestão de riscos efetiva.

Não que eu queira ficar em cima do muro… muito pelo contrário… afinal, defendo que essas abordagens podem perfeitamente serem adotadas de forma que se complementem. Isto é, dependendo do modelo de negócio, incertezas do projeto, tecnologia utilizada definimos qual podemos utilizar. Ou em certas ocasiões, até mesmo as duas ao mesmo tempo… o que podemos denominar de modelos híbridos.

Portanto, é necessário conhecer profundamente os dois modelos e sem viés, afinal, o que importa é saber quando e onde utilizar determinada “ferramenta” … o martelo bate, a chave de fenda aperta…

Que tal ser FLEX ?

Nem Ágil, Nem Tradicional… Que tal o flex ?

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